Se as tendências atuais persistirem, Brasil poderá quase dobrar o número de meninos e meninas obesos até 2060. Levantamento encomendado pelo Instituto Desiderata e desenvolvido em parceria com a Fiocruz estima que, se nenhuma medida for adotada, os custos diretos atribuíveis à obesidade no SUS passarão de R$ 83,2 milhões, em 2024 para R$ 115,5 milhões em 2060. E a recente aprovação pelo senado da alíquota irrisória de 2% para o imposto seletivo sobre refrigerantes só piora o cenário. Foto: Envato

Estudo projeta impacto econômico da obesidade infantojuvenil no SUS até 2060

Se as tendências atuais persistirem, Brasil poderá quase dobrar o número de meninos e meninas obesos até 2060. Aprovação da alíquota irrisória de apenas 2% do imposto seletivo para os refrigerantes, aprovada pelo Senado em setembro, só piora o quadro

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