Mulheres congolesas durante um protesto contra a xenofobia e a violência sobre imigrantes no Rio de Janeiro: no Congo, o sistema de saúde funciona mediante pagamento após a consulta, e casos graves são absorvidos pelo Estado. Já no Brasil, apesar de gratuito, o SUS tem uma lógica burocrática que confunde essas mulheres. Muitas não entendem por que precisam esperar tanto tempo por uma consulta urgente. E a barreira da língua muitas vezes as impede de compreender o que está acontecendo. Imagem: Arquivo / AP Photo

“Não tem vaga, só se conhecer alguém”: as dificuldades das refugiadas congolesas para acessar o SUS no Brasil

Depois de deixarem a África por conta de conflitos armados e violência política, refugiadas do Congo enfrentam descaso, barreira linguística, racismo e desigualdade de gênero no acesso aos serviços de saúde do SUS

Contact Paula for

  • General
  • Media request
  • Speaking request
  • Consulting / Advising
  • Research collaboration
  • Research supervision