Patrícia Cristina Lisboa

  • Cientista do Nosso Estado pela Faperj, bolsista de Produtividade do CNPq e Professora Titular de Fisiologia, no Departamento de Ciências Fisiológicas, do Instituto de Biologia Roberto Alcantara Gomes, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Os primeiros mil dias de vida de um ser humano - período que contempla da concepção até os dois anos de idade - é uma fase de enorme desenvolvimento do organismo. Uma alimentação saudável pela mãe e a amamentação são fundamentais, tanto sob o ponto de vista nutricional quanto pelo desenvolvimento dos vínculos emocionais. Imagem: Cooki_studio/Freepik

O aleitamento materno pode mesmo afetar o resto das nossas vidas? A resposta é sim

Fatores maternos durante a lactação como estresse, desnutrição, uso de drogas e exposição a contaminantes ambientais, como o cigarro, o bisfenol A, entre outros, são capazes de afetar a composição do leite materno
Estudos têm demonstrado que pacientes hospitalizados podem apresentar níveis de BPA no sangue muito superiores aos da população geral, devido ao contato direto com o produto. Há BPA em cateteres intravenosos, tubos de hemodiálise, sondas enterais e urinárias, equipamentos de oxigenação e UTI, recipientes para soluções e medicamentos.

O risco invisível dos dispositivos médicos que podem conter plásticos com Bisfenol A, o BPA

Provavelmente você já ouviu falar do bisfenol A (BPA), uma substância tóxica presente em muitos plásticos. Há cerca de quinze anos, ela vem sendo banida, no mundo todo, de diversos produtos, como mamadeiras…
A exposição a pesticidas também tem sido associada à obesidade e ao diabetes em humanos e em modelos experimentais, além de danos neurológicos, vários tipos de câncer e fertilidade. A correlação com a obesidade e a diabetes se dá, principalmente, em função de seus efeitos como desreguladores endócrinos. Imagem: Freepik

Pesticidas, obesidade e diabetes: uma relação comprovada de exposição e dano

Estudos mostram que a exposição a pesticidas também tem sido associada à obesidade e ao diabetes em humanos. Em modelos experimentais essa correlação se dá em função de seus efeitos como desreguladores endócrinos
Evidências epidemiológicas e experimentais revelam que uma ingestão superior a 300 mg de cafeína por dia, o equivalente a 3 a 4 xícaras de café, pode aumentar em 31% o risco de aborto espontâneo. Foto: Envato

Consumo de cafeína por grávidas: a exposição precoce realmente provoca alterações metabólicas nos bebês?

Uma ingestão superior a 300 mg de cafeína por dia, o equivalente a 3 a 4 xícaras de café, pode aumentar o risco de aborto em 31%

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