Maria Alejandra Costa

Sede da Anvisa, em 2021: durante a pandemia, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, mesmo sob forte pressão política, teve um papel central nas decisões sobre vacinas, medicamentos e outras tecnologias de saúde. Já a Administración Nacional de Medicamentos, Alimentos y Tecnología (ANMAT), da Argentina, também tinha capacidade técnica e reconhecimento internacional, mas sua maior dependência em relação ao Ministério da Saúde contribuiu para uma configuração mais fragmentada do sistema de assessoramento. AP Photo/Eraldo Peres

Como agências públicas protegem sua autoridade em tempos de crise? Lições do Brasil e da Argentina durante a pandemia

Pesquisa que compara a atuação das agências reguladoras de medicamentos dos dois países durante a pandemia de COVID-19
Ainda em 2025, o presidente argentino, Javier Milei, posava com o secretário de Saúde dos EUA, Robert Kennedy Jr., segurando uma motosserra durante um encontro na Casa Rosada, em Buenos Aires, no início das conversações sobre a saída de ambos os países da OMS. Foto: Presidência da Argentina

Saída da Argentina da OMS expõe as implicações de uma abordagem meramente econômica da saúde

Com abordagens apenas econômicas, políticas de saúde tendem a ser formuladas isoladamente, com menor acesso a redes internacionais e à troca de informações sobre doenças, o que dificulta respostas rápidas em pandemias
Quando a inteligência artificial é usada no diagnóstico, no tratamento ou na análise de riscos, não se trata apenas de rapidez. Estão em jogo decisões que afetam diretamente a vida das pessoas. Por isso, espera-se que esses sistemas tornem o atendimento mais preciso, organizado e acessível, sem prejudicar sua qualidade e segurança. Foto: Envato

Regular o uso de IA na saúde na América Latina: entre a urgência e o preparo

Empresas usam inteligência artificial para apoiar diagnósticos e organizar consultas. O problema é que muitas dessas tecnologias começam a ser usadas em larga escala antes que existam regras claras para acompanhá-las
Enterros simultâneos e centenas de covas rasas feitas às pressas para os mortos: realidade que se repetiu por todo o Brasil durante a pandemia foi mais branda nos estados que compreenderam melhor a importância da ciência na construção de políticas públicas de prevenção e combate à doenças infectocontagiosas. AP Photo/Andre Penner

Estudo mostra que estados que sofreram mais com a dengue ouviram melhor os cientistas sobre a COVID‑19

Estados que investiram mais contra epidemias anteriores enfrentaram a pandemia de COVID-19 de forma mais consistente e coordenada, orientados por evidências científicas e pela atuação de especialistas em saúde pública
Segundo o Boletim Epidemiológico Nacional publicado em 11 de agosto, já haviam sido confirmadas 67 mortes de pacientes de hospitais que receberam o analgésico contaminado. Pouco depois, o número subiu para 96. Irregularidades encontradas no laboratório que distribuiu as substâncias pode ter causado contaminação. AP Photo/Gustavo Garello

Tragédia hospitalar: fentanil contaminado causa quase 100 mortes e coloca regulação de saúde em xeque na Argentina

Segundo o Boletim Epidemiológico Nacional publicado em 11 de agosto, já haviam sido confirmados 67 mortes. Pouco depois, \o número subiu para 96. Irregularidades encontradas no laboratório que distribuiu as substâncias pode ter causado contaminação

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