Letícia Cesarino

Red pill, black pill, Incel… Termos que designam o comportamento de grupos de homens extremistas que odeiam mulheres se normalizam nas redes digitais e ajudam a atrair cada vez mais jovens para comportamentos misóginos radicais, expondo ainda mais estas mulheres à violência de gênero. Foto: Envato

O que diferencia a radicalização misógina online da cultura machista histórica no Brasil?

É preciso impedir que a radicalização misógina, surgida inicialmente às margens do machismo hegemônico preexistente, torne-se uma nova norma massificada para a banalização da violência contra as mulheres no Brasil
Corrida ao fundo do poço: o controle cada vez maior e danoso das redes sociais sobre o comportamento humano é culpa das pessoas ou dos algoritmos? A verdade está em algum lugar mais complexo, no meio do caminho. Ilustração: Envato Labs

Guerra pela soberania: como o transbordamento do universo virtual para o mundo real ameaça a democracia

A radicalização induzida pelos algoritmos já faz a vida digital controlar a vida real. A retomada do controle dos nossos territórios existenciais é essencial para construir infraestruturas digitais capazes de proteger as democracias de decisões inimputáveis de Big Techs e seus aliados autocráticos

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