Quebradeira de coco de babaçu na sua lida diária: atividade é uma das mais comuns entre mulheres no universo extrativista do Pará, onde os conflitos envolvendo fazendeiros e sem-terra não recrudescem nem mesmo às vésperas da COP 30. Segundo a Comissão Pastoral da Terra (CPT), nos últimos 10 anos foram registrados 393 ataques que resultaram em assassinato no campo, envolvendo principalmente os sem-terra, indígenas, posseiros, quilombolas e outros povos e comunidades tradicionais. Foto: JC Pietro / Wikipedia

Quebradeiras de coco assassinadas no Pará: conflitos no campo precisam ganhar destaque no debate climático

Para além das medidas de emissão de carbono, dados de conflitos no campo precisam ganhar destaque no debate climático. Nos últimos 10 anos foram registrados 393 ataques que resultaram em assassinatos de sem-terra, indígenas, posseiros, quilombolas e outros povos
Crises climáticas, perda de biodiversidade, desigualdade social, instabilidade política e avanços descontrolados em inteligência artificial formam um cenário em que simplesmente “saber mais” já não basta. Precisamos de uma ciência que produza conhecimento com impacto social e ambiental. Imagem: Envato Labs

Análise: Só uma ciência orientada para o impacto conseguirá enfrentar os problemas do nosso tempo

A crise de financiamento e o crescimento de desafios globais pressionam por uma ciência mais colaborativa, inclusiva e orientada ao impacto.
Pelo menos 80 comunidades indígenas dos povos Guarani Mbya (foto), Kaingang, Xokleng e Charrua, localizadas em 49 municípios gaúchos, foram diretamente impactadas pelas cheias que atingiram o estado. AP Photo/Andre Penner

Redes de solidariedade reforçam auxílio aos povos indígenas e quilombolas do Rio Grande do Sul

Pelo menos 80 comunidades indígenas dos povos Guarani Mbya, Kaingang, Xokleng e Charrua, e 850 famílias quilombolas foram diretamente impactadas pelas cheias no RS
Recentes decisões judiciais e atos legislativos de questões agrárias na Amazônia contradizem posicionamento internacional do Brasil na questão socioambiental. AP Photo/Eraldo Peres

Exclusão dos povos originários de políticas fundiárias regionais enfraquece discurso sociombiental do Brasil

Pós COP-28, o Estado do Maranhão aprova legislação que coloca em risco a Amazônia e o Cerrado

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