Proibição de casas de repouso em um bairro nobre de São Paulo, apoiada pela prefeitura, ganhou repercussão nacional devido à violência das declarações de vizinhos contra pessoas idosas, doentes e até mortas. Os moradores estão preocupados com a descaracterização do bairro e a “desvalorização” dos seus imóveis, e o caso mostra a necessidade de se estabelecer as fronteiras das terminologias “etarismo” e “idadismo” como forma de ação contra este tipo de violência. Folhapress / Aloisio Maurício

Combate à violência contra idosos: reação de moradores a residenciais coletivos revela necessidade de letramento sobre a velhice

Autor argumenta que os termos “etarismo” e “idadismo” mais retiram a força política do neologismo em inglês “ageism” do que ajudam a combater o preconceito e a violência contra a pessoa idosa
Embora seja um desejo notório das pessoas envelhecerem em suas casas, o custo social tem se revelado alto, sobretudo para aquelas pessoas com algum grau de dependência. Essa é uma questão desafiadora para a implementação da Política Nacional do Cuidado e para o Plano Nacional do Cuidado, em plena efetivação por parte do governo federal. Foto: Rafael Neddermeyer /Agência Brasil

A importância econômica da educação em saúde para as pessoas idosas

OCDE destaca como a falta de informação compromete o sonho de “envelhecer em casa” e recomenda a ampliação de serviços de cuidado em domicílio
Morador de rua em Miami: empobrecimento das pessoas idosas nos EUA vai se agravar devido à atuação do presidente Donald Trump. Seu rompimento unilateral com a OTAN, que obrigará tanto os EUA quanto a Europa a investirem ainda mais em segurança, é uma das causas. AP Photo/Lynne Sladky

O que Trump e Bolsonaro têm a ver com empobrecimento das pessoas idosas nos EUA, na Europa e no Brasil

Além das novas gerações terem poucas chances de reproduzir o status financeiro e o bem-estar das gerações anteriores, seus pais e avós estão empobrecendo e com menos condições de promover uma transferência intergeracional de renda
Ondas de calor cada vez mais intensas, frequentes e perigosas são sinal evidente das mudanças climáticas, e tendem a afetar principalmente os mais pobres e os mais velhos no mundo inteiro. Especialmente em países menos preparados para condições extremas, como o Brasil. AP Photo/Ty ONeil

Mortes por calor podem triplicar até o fim do século, e ameaçam mais a longevidade humana do que o frio intenso

Atualmente, cerca de oito vezes mais pessoas morrem de frio do que de calor na Europa. Mas a previsão é que essa diferença diminua muito nas próximas décadas

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