Jorge Almeida Guimarães

Novos processos e procedimentos clínicos e terapêuticos criaram possibilidades reais de tratamento para doenças até então consideradas incuráveis, mas o Brasil ainda não oferece as políticas públicas necessárias para estimular a indústria farmacêutica a investir mais em inovação para o desenvolvimento de novos medicamentos, insumos e vacinas. Imagem: Usertrmk / Freepik

Brasil ainda enfrenta gargalo na inovação farmacêutica aplicada a produtos da saúde

País ainda está mal preparado para oferecer políticas públicas capazes de estimular a indústria farmacêutica a investir mais em inovação para o desenvolvimento de novos medicamentos, insumos e vacinas
Detalhe da fachada do Palácio Universitário, sede do Campus da Praia Vermelha da UFRJ, que preserva o antigo antigo nome da instituição, chamada Universidade do Brasil até 1968: apesar da grande produção de conhecimento, universidade brasileira precisa ampliar seu papel no desenvolvimento social, econômico e ambiental do país, segundo os autores. Foto: Artur Moês (SGCOM/UFRJ)

Análise: A universidade brasileira precisa sair da bolha e inovar mais

Movimento Reforma Universitária defende a criação de Centros de Formação em Áreas Estratégicas, que atuariam em projetos práticos em parceria com a indústria e a iniciativa privada

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