Ranqueamento criado por pesquisadores da UnB e da USP ranqueou 86 países em suas habilidades de controlar infraestrutura digital, dados, inteligência artificial e os fluxos informacionais. O Brasil ficou na 48ª posição.
Imagem: Envato
China, França e Rússia lideram enquanto os EUA perdem terreno para suas próprias Big Techs. No século XXI, Soberania Digital deixou de ser opção estratégica e tornou-se condição de sobrevivência nacional
O excedente limpo e barato de energia do lado paraguaio de Itaipu tornou-se alvo natural para uma nova forma de exploração hídrica e territorial. Em vez de impulsionar a industrialização local ou atender às necessidades sociais da população, essa energia passaria a sustentar infraestruturas digitais controladas por corporações estrangeiras. Fica claro que o atual governo americano visa apropriar-se de nossos recursos para sustentar projeto de domínio digital sustentado por infraestrutura alheia, energia barata e soberanias enfraquecidas.
AP Photo
Empresas como Google, Amazon e Microsoft já reportaram que seus maiores gargalos operacionais para expansão de IA estão na escassez de energia disponível. Datacenters consomem enormes volumes de água para resfriamento
Xi Jinping e Vladimir Putin durante a Cúpula do BRICS de 2024, em Kazan: a ausência dos presidentes da Rússia e da China no encontro deste ano no Brasil reflete indiretamente uma redução da relevância do bloco no atual contexto geopolítico internacional. No Rio, nenhum acordo multilateral relevante será assinado.
Foto: Maxim Shipenkov/Reuters/Folhapress
A presidência brasileira do BRICS preparou uma Cúpula modesta em acordos multilaterais. Ao longo do ano, apresentou eventos reduzidos no escopo da agenda institucional, e poucas atividades no contexto da Diplomacia Pública
A publicação de um livro com dezenas de citações falsas por uma das maiores editoras do mundo não é mero acidente: é consequência direta de um sistema que terceiriza a responsabilidade científica, automatiza etapas fundamentais da curadoria do conhecimento e recompensa mais quantidade e prestígio do que a qualidade.
Imagem criada com IA via Envato Labs
A publicação de um livro com dezenas de citações falsas por uma das maiores editoras do mundo, a gigante Springer, é consequência de um sistema que terceiriza a responsabilidade científica
Reeleita para a presidência do Novo Banco do Desenvolvimento (NDB) até 2030, Dilma terá a chance de fortalecer estratégia de aumento da autonomia financeira dos países-membros do BRICS.
Reuters/Folhapress
Reeleita para a presidência do Novo Banco do Desenvolvimento (NDB) até 2030, Dilma terá a chance de fortalecer estratégia de aumento da autonomia financeira dos países-membros do BRICS
Com Vladimir Putin ao fundo, o presidente da China Xi Jinping brinda com a presidenta do Banco dos BRICS Dilma Roussef, durante o último encontro do bloco, na cidade russa de Kazan: Brasil assume este ano presidência do bloco, que pode se tornar o catalisador de uma nova era de soberania econômica multipolar, desafiando as estruturas hegemônicas lideradas pelos EUA.
AP Photo/Alexander Zemlyanichenko
Ações protecionistas de Donald Trump deverão acelerar o movimento de reorganização econômica mundial, com os BRICS+ fortalecendo suas próprias instituições financeiras e diversificando fontes de financiamento.