Transformar a floresta em pé em um ativo econômico mais valioso do que sua derrubada é uma das estratégias possíveis para reforçar a preservação. Uma possibilidade é criar um Crédito de Conservação, vinculado ao carbono estocado na floresta e aos serviços ambientais que ela presta — regulação climática, biodiversidade, recursos hídricos etc. E isso não está mais só no campo da teoria: a Unesp já desenvolveu uma metodologia específica para quantificação desses serviços ambientais. Foto: Igor Tichonow / Envato

‘Fundo Florestas Tropicais para Sempre’ levanta questões sobre formas de financiar preservação

Derrubar floresta vale mais que mantê-la. Porém, se o hectare de floresta em pé valer mais do que o de soja ou gado, a lógica se inverte

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