Hector Luis Saint-Pierre

(He, his, ele, dele)
  • Professor Titular em Segurança Internacional e Resolução de Conflitos e vice-coordenador do Instituto de Políticas Públicas e Relações internacionais (IPPRI), Universidade Estadual Paulista (Unesp)
La movilización de barcos y los ataques a buques venezolanos y colombianos se justificaron por la necesidad de “interrumpir las rutas de tráfico”. Pero lo que está en marcha es un intento de reposicionar el poder estadounidense en su vecindad geopolítica. Y de reafirmar el control sobre una región que Estados Unidos considera su patio trasero y su retaguardia estratégica. AP Foto/John McDonnell

Más allá del narcotráfico: qué hay detrás de las amenazas de Donald Trump a Venezuela y Colombia

La estrategia de Trump consiste en reforzar el control sobre el patio trasero de América Latina, reduciendo momentáneamente el esfuerzo bélico en otras zonas del planeta. La retórica antidrogas es pura fachada.
Mobilização de navios e ataques a barcos da Venezuela e da Colômbia foi justificada pela necessidade de “interromper rotas do tráfico”. Mas o que está em curso é uma tentativa de reposicionar o poder norte-americano em seu entorno geopolítico. E reafirmar o controle de uma região que os EUA consideram seu quintal e sua retaguarda estratégica. AP Foto/John McDonnell

Muito além do narcotráfico: o que está por trás das ameaças de Donald Trump à Venezuela e à Colômbia

Estratégia é reforçar controle sobre quintal latino-americano, diminuindo momentaneamente o esforço bélico no teatro de operações principal (Eurasia, Oriente Médio e Pacífico) para reforçar o palco secundário (América Latina e Atlântico Sul)
Equipe de TV transmite ao vivo choro de mãe palestina após a morte do filho após ataque ataque aéreo israelense em Gaza: na era da guerra ao vivo, a mídia corporativa, aliada do complexo político industrial militar, abre o teatro de operações comunicacional em que as narrativas transformam a guerra em espetáculo e mercadoria. AP Photo/Lefteris Pitarakis

Análise: O espetáculo da guerra na mídia, os algoritmos e o sequestro das utopias

É preciso ampliar o acesso aos grandes debates tecnológicos e estratégicos por meio de plataformas participativas que integrem cidadãos, pesquisadores e formuladores de políticas.
Um míssil balístico intercontinental Yars é testado na plataforma de lançamento de Plesetsk, no noroeste da Rússia. Embora Suécia e Noruega tenham distribuído panfletos instruindo a população a estar preparada para a guerra, é improvável que a Rússia queira expandir a guerra que trava na Ucrânia. AP

Quais são as chances atuais de forças russas atacarem a Finlândia, Suécia ou Noruega?

Por hora, não parece haver um motivo real que justifique o interesse russo por iniciar uma invasão à Europa. Com a grande mobilização das tropas na Ucrânia, a abertura de uma frente contra a OTAN não parece ser a melhor estratégia.

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