Fernanda Staniscuaski

(Ela, dela)
A maternidade aparece como um ponto de inflexão importante na carreira científica das mulheres, não porque introduza um problema novo, mas porque explicita fragilidades estruturais do sistema. Foto: Freepik

Como se constroem as trajetórias de meninas e mulheres na ciência

O acesso à ciência é historicamente atravessado por desigualdades educacionais, econômicas, territoriais e simbólicas que se constroem muito antes da universidade. E as mulheres sofrem mais com isso - especialmente negras e indígenas
A bióloga e professora da UFRGS Fernanda Staniscuaski - autora deste artigo - e seus dois filhos: políticas inclusivas voltadas para mães na academia não só melhoram as condições de trabalho destas cientistas, mas também contribuem para a construção de um ambiente científico mais equitativo, diverso e sustentável. Foto de Flávio Fontana Dutra

O desafio das mães cientistas: políticas inclusivas começam a melhorar a realidade de acadêmicas com filhos no Brasil

A maternidade não é obstáculo à excelência acadêmica, mas sim uma questão de estruturas institucionais e culturais inadequadas que precisam ser reformadas. Iniciativas recentes têm demonstrado como políticas inclusivas podem revolucionar este cenário

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