Fabrícia Lima Fontes-Dantas

Na Uerj, foram estudados 116 pacientes com esclerose múltipla. A ideia foi compreender por que o medicamento indicado para a doença pode funcionar muito bem para algumas pessoas, ter pouco efeito em outras ou até causar efeitos indesejáveis. Imagem: Drazen Zigic/Freepik

Esclerose múltipla: estudo pioneiro usa genética para entender a resposta de pacientes aos medicamentos

Estudo de pesquisadores da Uerj trouxe avanços que podem ajudar não apenas a prever quem responderá melhor ao tratamento contra a doença, mas também a ajustar doses e estratégias terapêuticas

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