Soy fields advance over native forest near the Curuá-Una highway, in the Lower Tapajós region of Pará, in the Brazilian Amazon. A study conducted by the author shows that glyphosate — a herbicide widely used in soybean plantations — produces a slow form of chemical violence that suffocates people, ecosystems, and ways of life. This process forces riverine communities to leave their territories, opening space for soy expansion and causing harm to Indigenous and Afro-descendant (quilombola) populations as well.
Foto: Bruno Kelly
Fábio Zuker, Instituto Pensi/Fundação José Luiz Setúbal (FJLS)
A study argues that the use of glyphosate produces a slow form of chemical violence that suffocates people, ecosystems and ways of life. This violence forces riverside communities to leave and makes way for soya to advance.
Campo de soja avança sobre a floresta nativa, próximo à rodovia Curuá-Una, no Baixo Tapajós, oeste do Pará: estudo realizado pelo autor mostra que o glifosato - herbicida amplamente utilizado nas plantações - produz uma forma lenta de violência química que asfixia pessoas, ecossistemas e modos de vida. Isso força comunidades ribeirinhas a partirem e abre espaço para que a soja avance, causando danos também aos indígenas e quilombolas.
Foto: Bruno Kelly
Fábio Zuker, Instituto Pensi/Fundação José Luiz Setúbal (FJLS)
Estudo sustenta que o uso do glifosato produz uma forma lenta de violência química que asfixia pessoas, ecossistemas e modos de vida. Essa violência força comunidades ribeirinhas a partirem e abre espaço para que a soja avance.