Eloisa Beling Loose

Porto Alegre sob as águas, em maio de 2025: manual reúne conhecimentos acumulados em pesquisa científica sobre desastres como as chuvas no Rio Grande do Sul para abastecer profissionais de comunicação com informações qualificadas sobre causas e consequências de eventos decorrentes da emergência climática. Foto de Isabelle Rieger / UFRGS

Pesquisadores lançam manual para melhorar cobertura jornalística dos desastres climáticos

Publicação reúne conhecimentos acumulados em pesquisa científica sobre desastres socioambientais para abastecer profissionais de comunicação com informações qualificadas sobre causas e consequências de eventos decorrentes da emergência climática
Stand do Brasil na COP29, anunciando o evento do ano que vem: escolha de Belém para sediar a COP30 destaca os interesses políticos e econômicos em jogo na região, mas também expõe expõe a desigualdade social e os problemas ambientais históricos e cada vez mais urgentes na cidade em particular, e na Amazônia como um todo. AP Photo/Sergei Grits

Análise: Preparativos para a COP 30 expõem diferentes narrativas ambientais para Belém e a Amazônia

Jornalismo pode contribuir para alterar a percepção pública sobre as mudanças climáticas e o modo como entendemos o que é desenvolvimento
Porto Alegre inundada pelas chuvas de maio de 2024: Estudos mostram que a percepção de riscos ambientais por parte das populações varia de acordo com fatores socioeconômicos, e é preciso encontrar caminhos para comunicar o perigo de desastres de forma mais integrada e eficiente. AP Photo/Carlos Macedo

Riscos de desastres climáticos: para serem melhor enfrentados, eles precisam ser melhor percebidos

Estudos de percepção de risco deveriam ser sistemáticos a fim de encontrar caminhos estratégicos para melhor comunicar a população sobre prevenção em um contexto de eminente crise climática
Agente da Defesa Civil em ação em Porto Alegre: não há como superar desastres climáticos sem o entendimento de suas causas. A comunicação de riscos é um instrumento para isso, e deve ser uma política pública, orientada para a construção de uma cultura de prevenção. oto: Carlos Quadros /Fotoarena/Folhapress

Comunicação de riscos é crucial para a prevenção de desastres climáticos, mas segue negligenciada no Brasil

Vários especialistas que atuam em situações de emergência sublinham que o processo de comunicação é um aspecto central para que haja prevenção de riscos e uma reação adequada nos momentos críticos. Porém, na prática, há uma série de lacunas a respeito do tema

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