Edna Aparecida da Silva

Donald Trump no lançamento da plataforma TrumpRx, no começo de fevereiro de 2026: presidente alega que EUA pagam até três vezes mais por medicamentos de marca do que países comparáveis da OCDE, mas essa distorção vem do fato de que o mercado farmacêutico norte-americano é descentralizado. AP Photo / Alex Brandon

Reduzir preços nos EUA, elevar na Europa: como funciona a nova estratégia de Trump para medicamentos

Lançamento da plataforma TrumpRx e acordos firmados com grandes farmacêuticas estão entre as táticas do governo para reduzir preços dos remédios no mercado interno
Poucos dias após o discurso de Mark Carney no Fórum Econômico Mundial em Davos, (foto) Donald Trump ameaçou impor tarifas de 100% sobre produtos canadenses caso o país avançasse em um acordo de livre comércio com a China. AP Photo / Markus Schreiber

O discurso histórico de Mark Carney em Davos e o dilema do Canadá sob as ameaças imperiais dos EUA

Autonomia, integração e a longa história de tensões nas relações Canadá–EUA
Navio da Marinha Real Dinamarquesa patrulha a costa da capital da Groenlândia, Nuuk: interesse de Trump na ilha faz parte da nova configuração geopolítica e econômica mundial. AP Photo/Evgeniy Maloletka

Groenlândia em disputa estratégica: investimento, segurança e a competição entre Estados Unidos e China

Houve uma transformação profunda na forma como os EUA articulam poder, economia e segurança. Essa dinâmica tem produzido a exclusão de capitais chineses por meio de participações minoritárias, estruturas societárias indiretas ou projetos classificados como sensíveis do ponto de vista geopolítico
A reorganização dos contratos petrolíferos internacionais dos EUA é um elo crucial entre a disputa econômica e a escalada política que desaguaram no ataque à Venezuela. Ao resistir à pressão das sanções econômicas, garantir a sobrevivência dos canais de escoamento do seu petróleo e consolidar a presença chinesa nesse processo, Caracas desafiou diretamente a hegemonia dos Estados Unidos no hemisfério. Esgotadas suas opções indiretas, Washington recorreu ao controle territorial direto como recurso final. AP Photo/Matias Delacroix

Venezuela sob ataque: petróleo, sanções e a crise da hegemonia norte‑americana

Atitudes de Washington deixam claro que, diante da expansão chinesa e da persistência de projetos soberanos que contrariam seus interesses, os EUA estão dispostos a impor pela força os limites da autonomia estatal permitida na região

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