Cláudia Herte de Moraes

Com apenas 3% de sua área sob proteção oficial, o Pampa é o bioma mais ameaçado de extinção do Brasil. Um perigo real, imediato e ocultado por uma profunda crise de visibilidade ofuscada pela desinformação incentivada pelos interesses do agronegócio. Foto: Fernando Bozza / Wikipedia

Discursos atrasados e interesses econômicos alimentam a desinformação ambiental que destrói o Pampa brasileiro

Desinformação ambiental, que evoluiu do negacionismo explícito para táticas mais sutis e aprimoradas, é vetor central da degradação do Pampa, bioma que, proporcionalmente, mais perdeu cobertura natural nas últimas décadas
Stand do Brasil na COP29, anunciando o evento do ano que vem: escolha de Belém para sediar a COP30 destaca os interesses políticos e econômicos em jogo na região, mas também expõe expõe a desigualdade social e os problemas ambientais históricos e cada vez mais urgentes na cidade em particular, e na Amazônia como um todo. AP Photo/Sergei Grits

Análise: Preparativos para a COP 30 expõem diferentes narrativas ambientais para Belém e a Amazônia

Jornalismo pode contribuir para alterar a percepção pública sobre as mudanças climáticas e o modo como entendemos o que é desenvolvimento
Equipe de telejornalismo em ação durante as cheias em Porto Alegre: muito além do testemunho histórico, abordar temas como a injustiça ambiental que as mudanças climáticas evidenciam são fundamentais para despertar a sociedade para a real dimensão do problema. Reprodução / Portal UPF

Não só relatos, dados e alertas: papel do jornalismo ambiental na crise climática é bem maior

Aumento da consciência ambiental e ampla divulgação científica têm levado setores da cobertura jornalística a tratar com mais profundidade e consciência ambiental as mudanças climáticas e a importância das políticas públicas sobre o tema

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