Charles Pennaforte

Uma imagem Che Guevara ao lado de uma TV que mostra o atual presidente cubano Miguel Diaz-Canel discursando, dentro de uma loja de souvenirs em Havana: como nos anos 90, dificuldades de abastecimento, problemas energéticos, queda do poder de compra, desencanto com o futuro e nova onda de emigração voltam à pauta de preocupações. Mas a crise atual é qualitativamente distinta. Cuba hoje é um país muito mais maduro economicamente. AP Photo/Ramon Espinosa

Cuba e a ‘ameaça ianque’, 30 anos depois: como Trump e a crise econômica mundial estão pressionando a ilha

Da crise econômica dos anos 1990 às ameaças recentes de Donald Trump de “tomar” Cuba, a ilha oscila entre reformas silenciosas e pressão externa – capitalismo de Estado ou tutela direta de Washington
“Imperativo antissistêmico”: A pressão geopolítica criada por sanções, guerras e crises provocadas pelos EUA e pela Europa obrigam países a escolher entre a acomodação ou a contestação. Os chamados Estados Proativos, cujos principais representantes seriam a Rússia, a China e o Irã, enfrentam diretamente essa ordem geopolítica e buscam transformá‑la. AP Photo/Angelina Katsanis

A nova disputa de poder global: como países fora do eixo EUA‑União Europeia remodelam as relações internacionais

A pressão geopolítica criada por sanções, guerras e crises provocadas pelos EUA obrigam países a escolher entre acomodação ou contestação
Imigrante venezuelana tenta exibir bandeira do país ao presidente Donald Trump, durante cerimônia em que o presidente rump virou nome de rua em Palm Beach, na Flórida: intervenção no país foi uma advertência quanto à manutenção do poder estadunidense na América Latina, e um laboratório para testar até onde alcança o “big stick” da Doutrina Donroe. AP Photo/Julia Demaree Nikhinson

Do “quintal” ao laboratório: a Venezuela na estratégia de poder dos EUA

Invasão do país sul-americano expõe de forma contundente a distância entre a retórica normativa da política externa dos EUA e a prática de um poder que se autoriza a violar, quando lhe convém, as regras elementares do direito internacional
Trump, em mais um discurso raivoso, durante a campanha para a presidência, ano passado: Ações de política externa do atual governo dos Estados Unidos revelam visão anacrônica da atual geopolítica e da economia global. AP Photo/Alex Brandon

‘Em busca do tempo perdido’: Por que o mundo que Donald Trump quer controlar não existe mais

Trump procura construir uma narrativa para justificar o processo de enfraquecimento econômico e geopolítico do país, retirando das próprias elites norte-americanas os erros na condução do país.
Bonecos russos tradicionais de madeira representando o presidente chinês Xi Jinping, o presidente Donald Trump e o presidente russo Vladimir Putin são expostos para venda numa loja de recordações em São Petersburgo, Rússia. AP Photo/Dmitri Lovetsky, Arquivo

Corrigindo o rumo: o jogo geopolítico de Trump e a reaproximação de Putin

Como solucionar o aumento da importância do BRICS, a formação do eixo Moscou-Pequim, a aproximação entre russos, norte-coreanos e iranianos, além da conscientização de que a dependência do dólar deve ser diminuída pelo Sul Global? Este é o quadro que deve ser analisado na atual postura de Trump.

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