Carlos Eduardo de Viveiros Grelle

Sentinelas ecológicas: as águas dos recifes costeiros do Espírito Santo abrigam a maior diversidade de macroalgas do Atlântico Sul ocidental. Elas são excelentes bioindicadores de excesso de matéria orgânica (eutrofização) e contaminação por poluentes, e ajudam nos estudos sobre os impactos ambientais provocados pelo rompimento da Barragem do Fundão,cujos rejeitos desaguaram ali. Foto Rede Abrolhos/UFRJ

Por que controvérsias sobre responsabilidades e impactos ambientais na zona costeira se arrastam por décadas

Dez anos depois do rompimento da Barragem do Fundão, no Rio Doce, e da contaminação das águas do litoral do Espírito Santo, uma pergunta continua: como demonstrar o tamanho de um impacto quando faltam dados sobre como aquele ecossistema funcionava antes do desastre?
Gado na floresta amazônica, problema que persiste há décadas e amplamente documentado como vetor de devastação ambiental e aquecimento da atmosfera: em vez de aperto na fiscalização, atividade agropecuária na região ganha incentivos que tendem a acelerar o desmatamento, a grilagem e a invasão de terras indígenas. Foto: Eduardo Anizelli / Folhapress

Atalhos para a degradação: como a nova lei brasileira de licenciamento ambiental ameaça na prática a biodiversidade e os compromissos climáticos do país

Por que a nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental preocupa especialistas, que chamam a atenção a consolidação de práticas permissivas já existentes. O que todos temiam está acontecendo.

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