Andrea Gadelha Guimarães

A persistência da mortalidade por câncer do colo do útero indica que o problema não está no desconhecimento da doença, mas na forma como as estratégias de prevençã têm sido implementadas. O modelo adotado até aqui tem mostrado capacidade limitada de atingir populações mais vulneráveis, especialmente mulheres que enfrentam barreiras sociais, territoriais e institucionais para acessar os serviços de saúde. Foto: Freepik

País precisa rever modelo de rastreamento do câncer de colo do útero para alcançar mais mulheres de alto risco

Alto número de mortes associadas à doença no Brasil não decorrem da ausência de recursos, mas de falhas persistentes na organização do cuidado, na comunicação com a população e na capacidade de capilarização do sistema

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