Apesar de assumirem maior projeção agora, desentendimentos entre os presidentes da Argentina e do Brasil ocorrem há algum tempo. Começaram em 2019, com o desalinhamento ideológico dos governos de Alberto Fernández e Jair Bolsonaro. Agora seguem entre Lula e Milei, em polos invertidos. AP Photo/Natacha Pisarenko

Encontros e desencontros: as questões de fundo da relação Brasil‑Argentina

Entre convocações de embaixadores para consultas e rebaixamento das relações, crise diplomática entre os dois países reflete tensões políticas acumuladas há anos
Eurodeputados votam favoravelmente ao acordo, no dia 21 de janeiro de 2026: a necessidade de diminuir a dependência em relação aos EUA, tanto em questões de segurança quanto de economia, motivou a União Europeia a assinar o acordo com o Mercosul. Por esse mesmo motivo, há pressões sistêmicas para que a UE coloque o acordo em vigor o quanto antes. AP Photo/Pascal Bastien

Entenda o peso do acordo entre o Mercosul e a União Europeia no cenário internacional

Em negociação desde os anos 90, acordo assinado em janeiro reflete as mudanças contemporâneas e antecipam cenários possíveis para o futuro
Nayib Bukele e Javier Milei, durante cerimônia na Casa Rosada, ano passado: considerados hoje os dois maiores líderes da direita radical na América Latina, os presidentes de El Salvador e da Argentina sofrem um revés com a derrocada do ex-presidente brasileiro e o provável enfraquecimento do bolsonarismo no país. AP Photo / Natacha Pisarenko

Entenda o impacto da prisão de Jair Bolsonaro na extrema direita latino‑americana

Um dos poucos países que conseguiu reverter a onda recente de autocratização, Brasil abre precedentes para que outros países que passem por situações semelhantes tenham condições de responder com as ferramentas democráticas e evitar novos golpes e desvios
Lancha da Guarda Nacional da Venezuela, durante exercícios de guerra realizados após as agressões americanas contra barcos do país, sob alegação não comprovada de que seriam integrantes de cartéis.

Por que a presença militar e policial dos Estados Unidos na América Latina preocupa o Brasil

A conjuntura contemporânea, incluindo o centro antiterrorista no Paraguai, coloca as forças estadunidenses mais próximas das fronteiras brasileiras
Rodrigo Paz, do Partido Democrata Cristão, e Jorge “Tuto” Quiroga, do Aliança Livre, são os candidatos conservadores que disputarão o segundo turno na Bolívia, marcado para dia 19 de outubro. Foto: Reprodução de TV

Em outubro, Bolívia redefine seus rumos em segundo turno à presidência com dois candidatos de direita

Apesar da decisão final sobre a Presidência ainda não ter ocorrido, resultado do primeiro turno aponta um movimento inédito na política boliviana, devido à derrota do Movimiento al Socialismo (MAS), partido que governa o país desde 2006

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