Soybean plantation on the outskirts of Brasília, in the heart of the Cerrado. Instead of expanding to also protect Brazil’s most threatened biome, the Soy Moratorium – one of the most successful environmental agreements ever implemented in the world – is losing momentum due to political pressure from the agricultural sector in neighbouring Mato Grosso.
AP Photo / Eraldo Peres
In light of the climate crisis and biodiversity loss, voluntary commitments between companies, governments and civil society to avoid purchasing soy from deforested areas in the Amazon should be expanded
Plantação de soja nos arredores de Brasília, no coração do cerrado. Em vez de se expandir para proteger também o bioma mais ameaçado do Brasil, a Moratória da Soja - um dos acordos ambientais mais bem-sucedidos já implementados no mundo - perde força por conta da pressão política do setor agrário do vizinho Mato Grosso.
AP Photo / Eraldo Peres
Diante das crises climática e de perda de biodiversidade, compromisso voluntário entre empresas, governos e sociedade civil que evita compra de soja proveniente de áreas desmatadas na Amazônia deveria ser expandido para o Cerrado
Criação intensiva de gado numa fazenda em Goianésia, Goiás: se contarmos o desmatamento, as emissões da agricultura e o metano emitido pelo processo de fermentação entérica da digestão dos mais de 240 milhões de bois e vacas existentes no Brasil, esses três fatores emitem, juntos, cerca de ¾ de todas as emissões de gases de efeito estufa do país. Soluções que envolvam o melhor aproveitamento do uso da terra são fundamentais para reduzir estes índices.
AP Photo/Eraldo Peres
Diferente do resto do mundo, onde 75% das emissões de carbono vêm do setor de energia, no Brasil este mesmo percentual vem das emissões de metano do setor agropecuário. O setor de energia é apenas o terceiro emissor