“Pobre país! A corrupção alimenta a vaidade, para dar vida ao patriotismo.” Assim dizia a legenda da charge do desenhista Ângelo Agostini, publicada em 1867 no jornal carioca “O Cabritão”. Nela, Dom Pedro II observa um balcão de negócios em que homens ricos compram títulos de nobreza, para a vergonha do índio ajoelhado, que representa a população oprimida. Ângelo Agostini

Corrupção: traço perturbador do cotidiano político brasileiro é uma herança de séculos de história

A distinção entre o público e o privado nem sempre parece clara para a classe política nacional

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