A lutadora argelina Imane Khelif - que ganhou hoje a medalha de ouro no peso-médio feminino - foi a protagonista de uma polêmica cercada por equívocos científicos e interpretações subjetivas à respeito do seu gênero e sua adequação esportiva na competição, mas ela foi respaldada pela organização dos Jogos e sua situação jogou luz sobre o tema, que este artigo aprofunda em detalhes.
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Eric Seger, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Caso da boxeadora argelina Imane Khelif - medalha de ouro no peso-médio feminino - foi cercado por equívocos científicos e interpretações subjetivas, mas jogou luz sobre um tema que precisa ser abordado com muito cuidado
A disputa de vôlei de praia aos pés da Torre Eiffel, numa das arenas mais emblemáticas de Paris até agora: o uso cada vez mais intenso de instalações provisórias pode ser a solução para reduzir custos estratosféricos que andam reduzindo o interesse de grandes cidades para sediar a competição.
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As Olimpíadas de hoje são muito diferentes daquelas que começaram na Grécia antiga. Então, como era assistir a esses jogos antigos?
As modalidades individuais mais monitoradas serão o ciclismo, o levantamento de peso, o boxe, o triatlo, a luta livre e o atletismo, pois apresentam a maior proporção de casos positivos de acordo com as estatísticas; nos esportes coletivos, o rúgbi, o basquete e o handebol.
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Em um esforço para levar os Jogos Olímpicos a um público mais amplo e jovem, o breaking é o mais recente “esporte” a fazer sua estreia em Paris 2024. Mas como ele funcionará como um esporte marcado?
Profesor de Ciencias de la Actividad Física y del Deporte (CAFyD) y Coordinador del Grupo Estable de Investigación "Dopaje en el Deporte", Universidad Francisco de Vitoria