Câncer, obesidade, hipertensão, Alzheimer e sobretudo Covid-19 estão entre as muitas doenças cuja compreensão e o desenvolvimento de medicamentos dependem dos estudos com animais geneticamente modificados. E a dificuldade de acesso a essas espécies vem atrapalhando este processo.
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Espécies de ratos e camundongos são essenciais para a pesquisa genética, mas a importação desses animais é complexa e tem um custo muito alto, o que gera um gargalo significativo para o avanço científico e tecnológico em toda a América Latina
O centro de Porto Alegre alagado: 93% das cidades brasileiras foram afetadas por eventos climáticos entre 2013 e 2022. E 4,2 milhões de pessoas tiveram que deixar as suas casas em 47% dos municípios do Brasil.
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Não faltam nomes para definir e alertas para chamar a atenção contra as tragédias ambientais recentes que se sucedem. Por que, então, nada vem sendo feito?
Sempre sob os holofotes da mídia e do preconceito, o uso medicinal da maconha ofusca outras 12 medicamentos fitoterápicos aprovados pelo SUS. O Ministério da Saúde lista também outras 71 espécies com comprovado potencial bioativo e que já são utilizadas como recurso terapêutico pela população.
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A diversidade botânica brasileira é a maior do mundo. Mas sua relevância e utilização ainda são comprometidas por barreiras comportamentais e religiosas. O caso da Cannabis é só o exemplo mais famoso.