Museu Paraense Emílio Goeldi

The Museu Paraense Emílio Goeldi is a Brazilian research center dedicated to promoting scientific research into the human, social, and natural resources of the Amazon. It offers a post-graduate program supported by the Brazilian Ministry of Science, Technology and Innovation, which aims to develop the next generation of Amazonian scientists and improve public understanding of this unique environment. The Museu was founded in 1866 and is located in the state of Para, Brazil.

Links

Articles

Quando as pastagens são abandonadas, a floresta ganha uma nova chance, com o surgimento de capoeiras que podem ajudar a restaurar a biodiversidade e contribuir para a redução do carbono atmosférico. Margarete Brandão/Wikipedia

Quando a floresta volta: como as capoeiras ajudam a restaurar a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos na Amazônia

Quando as pastagens são abandonadas, a floresta ganha uma nova chance, com o surgimento de capoeiras que podem ajudar a restaurar a biodiversidade e contribuir para a redução do carbono atmosférico
Silvania Oro Eo’ Cabixi entrevista sua avó Maria Pin Wa Oro Win na aldeia São Luiz, para elaboração de um dicionário: o uso de tecnologias como smartphones, tablets ou computadores, ainda que incipiente, já é uma realidade em muitas comunidades indígenas. Foto: Joshua Birchall

Línguas indígenas do mundo inteiro se revitalizam com uso de dicionários multimídia

Muitas das mais de 7 mil línguas indígenas faladas no planeta correm risco de desaparecer. E, com elas, muitos conhecimentos podem também morrer
Povo indígena do Alto do Rio Negro, cuja relação de suas populações com o manejo ambiental faz parte do escopo do estudo Vozes da Amazônia, que almeja valorizar o conhecimento ancestral dos povos originários como parceira fundamental da ciência ocidental na busca por soluções contra as mudanças climáticas. Foto: Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN)

Vozes da Amazônia: projeto paraense une conhecimentos indígenas e da academia para enfrentar a crise climática

Projeto do Museu Goeldi financiado pela Iniciativa Amazônia+10 que mostrar que a tradição indígena para o uso da terra preserva a biodiversidade de forma ainda pouco conhecida pela ciência ocidental
Trecho da Volta Grande do Xingu, na Terra Indígena Paquiçamba, próximo da barragem de Belo Monte: a construção da hidrelétrica e a consequente redução do volume de água nesse trecho do rio impactaram gravemente o meio ambiente a o modo de vida das populações tradicionais localizadas nessa região. Foto: Lalo de Almeida / Folhapress

As sociedades tradicionais amazônicas estão em ponto de ruptura: que soluções esperar da COP 30?

Investimentos em mitigação climática às vezes acabam produzindo efeitos adversos sobre as populações amazônicas. A sustentabilidade local não pode ser alcançada através de mecanismos de mercado que excluam os povos que criaram e mantiveram a diversidade ecológica regional
Among the 10 species of Neotropical primates recognized and integrated into the culture of the Paiter-Suruí in the southwestern Amazon, at least five are threatened with extinction. Photo provided by the author

Ethnoprimatology: research examines the traditional knowledge of Indigenous peoples about primates in their territories

The primate species identified in the Sete de Setembro Indigenous Land have symbolic meanings that are deeply associated with the cultural, ecological and mythological elements of the Paiter-Suruí people’s cosmology
Das 10 espécies de primatas neotropicais reconhecidas e integradas à cultura dos Paiter-Suruí, do sudoeste da Amazônia, pelo menos cinco estão ameaçadas de extinção. Foto disponibilizada pelo autor

Etnoprimatologia: pesquisa investiga conhecimento tradicional de indígenas sobre primatas que habitam seu território

As espécies de primatas identificadas na Terra Indígena Sete de Setembro possuem significados simbólicos que estão profundamente associados a elementos culturais, ecológicos e mitológicos da cosmologia do povo Paiter-Suruí
A distinção entre bio e agro é ética, ecológica e evolutiva. O futuro da agricultura brasileira não pode se contentar com a coexistência destes modelos antagônicos ou com a apropriação da abordagem de bioeconomia como estratégia para obter mais lucros em um contexto de crises ambientais globais. AP Photo/Eraldo Peres

OPINIÃO: Bio é bio e agro é agro — a agricultura em tempos de crise

O atual modelo de agronegócio tende a agravar as crises ambientais e sociais existentes. O futuro da agricultura depende do respeito à diversidade e à adaptabilidade dos sistemas produtivos.

Authors

More Authors