Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Biologia Estrutural e Bioimagem (INBEB)

O Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Biologia Estrutural e Bioimagem (INBEB) é uma rede de pesquisa cujo objetivo é estudar as bases moleculares, celulares e fisiológicas de diversas doenças e seus respectivos patógenos, com foco em uma abordagem estrutural e funcional, da macromolécula a células e tecidos. Dessa forma, o INBEB promove o estabelecimento de pontes entre a pesquisa básica e a clínica.

O instituto é composto por 20 laboratórios associados (LAs), distribuídos em 22 instituições de pesquisa e ensino em todo o território nacional. Juntos, os LAs reúnem mais de uma centena de pesquisadores, além de pós-doutores e alunos de doutorado, mestrado e iniciação científica.

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A raríssima doença que acometeu o influencer de aviação Lito Sousa é causada por prions. Não são vírus nem bactérias, mas sim formas anormais de uma proteína produzida por nosso próprio organismo. Quando essa proteína muda de estrutura, induz proteínas normais a mudar de forma também, numa reação em cadeia. Aos poucos, as formas anormais se acumulam e comprometem o funcionamento do cérebro. Foto: Divulgação

O que a Ciência realmente pode oferecer hoje contra a doença de Creutzfeldt‑Jakob

Em 21 de agosto, o influenciador Lito Sousa anunciou que é portador da doença de Creutzfeldt-Jakob, e ele acabou falecendo em 1 de outubro. Mas o que a Ciência já sabe sobre a doença? E o que ainda precisa avançar?
Pesquisas mostram que tumores degradam ATP liberado por células danificadas e criam um ambiente favorável para se proliferar. Bloquear esse processo reduziu a adesão e migração em células de câncer de fígado, indicando um possível novo alvo terapêutico. Foto: Envato

Essencial à vida, o fosfato também contribui para aumento de tumores e vira alvo de terapias

Pesquisas mostram que tumores degradam o ATP liberado por células danificadas e criam um ambiente favorável para se proliferar. Bloquear esse processo reduziu a adesão e migração em células de câncer de fígado, indicando um possível novo alvo terapêutico
Conhecidas como as “damas de companhia” das células, as chaperonas são guardiãs moleculares que acompanham a produção de proteínas e garantem que todas estejam na posição correta, evitando colapsos que podem gerar doenças graves. O estudo de suas funções pode abrir novos caminhos no combate ao câncer. Imagem elaborada por Tarcísio M. Perfecto

Origamis microscópicos: como trabalham as chaperonas, guardiãs moleculares que nos protegem de doenças

Pesquisas mostram que as chaperonas, moléculas conhecidas como “damas de companhia” das proteínas produzidas pelas células, podem abrir novos caminhos no combate ao câncer
Imagem meramente ilustrativa de células cancerígenas atacando cadeias de DNA: pesquisas inovadoras estão desenvolvendo proteínas híbridas para aumentar a especificidade e evitar efeitos colaterais de terapias oncológicas. Imagem: Envato

Mísseis moleculares: tratamento inovador poderá desativar genes do câncer sem atingir alvos saudáveis

Pesquisas desenvolvem proteínas híbridas para aumentar a especificidade e evitar efeitos colaterais de terapias oncológicas
Entre 2025 e 2026, o desempenho das pesquisas na UFRJ recuou 14 posições na lista do Center for World University Rankings (CWUR). A Fiocruz caiu 20, a UERJ, 17, e a UFF despencou 23 colocações. Imagem: Freepik

Universidades brasileiras perdem espaço nos rankings internacionais, e maior alerta é nas instituições fluminenses

Resultados de um dos principais rankings globais de universidades mostram uma tendência preocupante de queda para o Brasil
Cientistas brasileiros decifram o paradoxo da proteína p53, que é essencial para prevenir o câncer, mas tem uma fragilidade essencial em seus genes. Imagem: reprodução de microscópio eletrônico / Wikipedia

Poder e vulnerabilidade: Por que nossa proteção natural contra o câncer muitas vezes falha?

Cientistas brasileiros decifram o paradoxo da proteína p53, que é essencial para prevenir o câncer, mas tem uma fragilidade essencial em seus genes
Método brasileiro usa mistura a seco, sem solventes, e com biocatalisador renovável. Foto: Wikimedia

Química verde: Como transformar henna em compostos bioativos sem poluir

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Muitos pesquisadores usam a poesia para traduzir o assombro diante da natureza, elaborar experiências de perda ou encontrar novas formas de pensar problemas complexos. Imagem gerada por IA

Depoimento especial: Ciência e literatura, um emaranhamento possível

Na vivência de um cientista, escritor e poeta, a percepção de que arte e ciência se encontram de verdade quando não se reduzem uma à função decorativa da outra
De fácil coleta, esse fluido tem um grande potencial para se tornar uma ferramenta de monitoramento personalizado da saúde. Foto: Freepik.

O que a saliva pode revelar sobre o nosso metabolismo

De fácil coleta, esse fluido tem um grande potencial para se tornar uma ferramenta de monitoramento personalizado da saúde
Estimativas apontam que, até 2028, haverá mais de 700 mil novos casos de câncer a cada ano no Brasil. Imagem gerada por IA Freepik.

Genes, biomarcadores e o câncer: a procura pela agulha no palheiro

Cerca de 53,5 milhões de pessoas no mundo convivem com o câncer. Todo mundo conhece alguém que tem a doença: um familiar, um amigo, um colega do trabalho. No geral, temos a impressão de que o número de…
Uma Jararaca Bothrops sibilando: pesquisadores descrevem a estrutura inesperada de uma proteína do veneno da cobra, que ajuda a explicar como as proteínas se reconhecem e interagem dentro das células. Imagem: Renato Augusto Martins / Wikimedia

Veneno da jararaca revela nova funcionalidade das proteínas

Pesquisadores descrevem estrutura inesperada de uma proteína do veneno da jararaca, que ajuda a explicar como proteínas se reconhecem e interagem dentro das células
Estima-se que 1,8 a 2,7 milhões de pessoas sejam envenenadas por serpentes por ano no mundo, com até 138 mil mortes anuais. Imagem: Daniel Fernando Reyes Enriquez

Uso de alta pressão hidrostática é nova estratégia na produção brasileira de soros antiofídicos

Dados do estudo mostraram que nova técnica é promissora para fabricar soro mais potente e com menos efeitos tóxicos sobre os cavalos usados para a produção de plasma hiperimune
Desde a ruptura do processo democrático em 2016, o orçamento federal para pesquisa sofreu cortes significativos, afetando laboratórios, bolsas e programas de fomento. Ainda assim, os cientistas brasileiros mantiveram um alto nível de produtividade e relevância internacional, demonstrando a força institucional e a capacidade de mobilização das universidades públicas. SARS CoV/ kjpargeter

A ciência resistiu: o papel das universidades públicas brasileiras na pandemia

Os resultados mostram que mesmo diante de um cenário político e econômico adverso, em 2022, 5,9% de todas as publicações científicas brasileiras trataram da covid-19, proporção superior à média mundial, que foi de 4,8%.
Doenças priônicas afetam o cérebro, e a mais conhecida nos humanos é a Creutzfeldt-Jakob (DCJ). Ela causa perda de memória, alterações de comportamento e de movimentos. A progressão é acelerada e leva à morte. Imagem: arquivo pessoal

Doenças priônicas: raras, mas devastadoras

Elas não são causadas por vírus ou bactérias. É uma proteína que “entorta” do jeito errado e consegue induzir outras iguais a também se dobrarem assim, causando perda de memória, alterações de comportamento e de movimentos
Pesquisador da UFRJ e do INCT de Biologia Estrutural e Bioimagem desenvolve método simples para representar estruturas de proteínas complexas em três dimensões usando dobraduras de papel. Foto: acervo pessoal

Ciência e arte: como os origamis ajudam a entender proteínas que causam Alzheimer e outras doenças

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O corpo de um albatroz impregnado de plásticos no seu sistema digestivo jaz nas areias do Atol de Midway, há anos conhecido por concentrar lixo plástico que flutua no Oceano Pacífico: exemplo impressionante da disseminação do problema, que se espalha na mesma proporção em que fica mais difícil de ser identificado, à medida em que os resíduos se reduzem a proporções microscópicas. Dan Clark / U.S. Fish and Wildlife Service, via AP

Perigo invisível e sem fronteiras: microplásticos e nanoplásticos já contaminam toda a cadeia alimentar do planeta

Diversos estudos mostram que os plásticos estão presentes no ambiente em uma taxa alarmante, e sua proliferação ameaça profundamente a saúde de todos os seres vivos, com consequências imprevisíveis para o equilíbrio ecológico da Terra
Pesquisa realizada por cientistas da UFRJ, PUC-RS e Universidade de Lund, na Suécia, forneceu evidências do impacto potencial do vírus ZIKV sobre o cérebro maduro, e sugerem que infecções por esse vírus podem atuar como um novo fator de risco para o desenvolvimento de diabetes tipo 2 em pacientes que se recuperaram da infecção. Imagem: Freepick

Estudo brasileiro comprova que vírus da zika pode causar resistência à insulina no cérebro

Cientistas brasileiros acabam de descobrir que o vírus da zika também pode infectar o hipotálamo e causar resistência à insulina de forma duradoura, e levanta preocupações sobre possíveis efeitos metabólicos a longo prazo em pessoas que já tiveram a infecção
Estima-se que o consumo global de energia aumente cerca de 56% até 2040 em relação a 2010. Para além da energia solar, eólica e geotérmica, o hidrogênio tem se destacado como nova opção abundante, limpa e segura. Foto: Vanitjan / Envato

Química e energia: conheça mais sobre o hidrogênio, a promissora alternativa aos combustíveis fósseis

Estima-se que o consumo global de energia aumente cerca de 56% até 2040 em relação a 2010. Para além da energia solar, eólica e geotérmica, o hidrogênio tem se destacado como nova opção abundante, limpa e segura.
Pesquisas feitas por cientistas da USP e da UFRJ mostram que uma proteína, ainda pouco estudada, tem grande potencial no tratamento de lesões do sistema nervoso periférico e dores neuropáticas. Foto gerada por IA via Freepik

Pesquisa brasileira investiga proteína do cérebro que pode ajudar a regenerar nervos

Proteína pouco estudada pode ser a chave para tratamentos de dores provocadas por doenças como diabetes, hanseníase ou síndromes do Túnel do Carpo ou Guillain-Barré
Pesquisadores brasileiros investigam o papel de RNAs na origem de doenças causadas por príons, as proteínas anormais que podem causar problemas neurodegenerativos em humanos e animais. Foto: Freepik

Vaca‑louca: Como proteínas podem infectar seres vivos?

Pesquisadores brasileiros investigam o papel de RNAs na origem de doenças causadas por príons

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