Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC)

O Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), fundado em 2000 na Universidade Candido Mendes, é uma das primeiras instituições acadêmicas integralmente dedicadas aos temas da violência e da segurança pública no Brasil. Tem como principal objetivo a realização de pesquisas inovadoras e outros tipos de projetos que alimentem o debate público e contribuam para promover os direitos humanos no sistema de justiça criminal do país.

Em seus vinte anos de existência, o CESeC realizou estudos sobre criminalidade, violência, polícia, mídia, justiça, drogas, prisões e sistema socioeducativo; produziu dados estatísticos novos; monitorou, avaliou e propôs políticas públicas; ministrou cursos; articulou redes de pesquisadores e ativistas; organizou debates; apoiou o fortalecimento de lideranças jovens de favelas e premiou iniciativas importantes de ação e informação. Nesse período, desenvolveu 73 projetos e publicou quase 300 textos, entre livros impressos ou digitais, boletins, relatórios, ensaios e artigos de opinião.

Vários dos projetos empreendidos abordaram a temática do racismo, mas até o momento ela não havia se tornado central nas nossas pesquisas, nem nas nossas reflexões sobre o funcionamento interno do Centro. Entendendo que o racismo estrutural é o principal motor da reprodução da violência, da desigualdade e da discriminação na sociedade e no sistema de justiça criminal brasileiro, assumimos o compromisso de transformar a luta antirracista numa prioridade da atuação e da produção intelectual do CESeC.

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Em mais uma “megaoperação” desarticulada contra o crime no Rio, mais de 120 mortos e nenhuma solução

Desde 2020, o Rio de Janeiro teve cinco chefes de Polícia Civil, tendo um deles ficado no cargo por apenas 17 dias. Sinal claro de que falta um plano concreto para a segurança pública do estado
O programa Smart Sampa, em São Paulo, que há dois anos opera câmeras em estações de metrô, escolas e UPAs, já tem histórico de equívocos. Num deles, mulher grávida foi apontada erroneamente como criminosa e, devido ao estresse, teve parto prematuro. Levantamento do CESeC e da DPU revela a fragilidade do controle sobre as tecnologias de vigilância no Brasil. Foto: Divulgação / Prefeitura de São Paulo

Erros, abusos, injustiças: maioria dos sistemas de reconhecimento facial no Brasil atua sem transparência

Levantamento mostra que 40% da população brasileira estão sob vigilância de sistemas de reconhecimento facial, mas o controle sobre a eficiência, a qualidade e os equívocos cometidos por estas tecnologias é muito pequeno
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Caso Marielle: Prisão dos mandantes descortina mais uma vez a falência da Segurança Pública no Rio

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