Três furacões avançam simultaneamente pelo Oceano Pacífico nesta primeira semana de setembro de 2026: anomalias de temperatura sobre a região estão acopladas aos ventos tanto nos níveis altos quanto na superfície da atmosfera. No Brasil, já se registram chuvas superiores à normalidade na Região Sul, decorrentes da maior presença de sistemas frontais e precipitações deficientes no noroeste da Amazônia.
Foto: National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA)
O risco não é apenas meteorológico: fenômeno poderá afetar setores estratégicos, como agricultura, geração de energia, logística, saúde e segurança alimentar
Imagem de satélite mostra a variação de temperatura do Oceano Pacífico que forma o El Niño, com impactos globais no clima: novo fenômento previsto para a próxima primavera é motivo de especulações e, às vezes, de informações sensacionalistas.
Imagem: Nasa
É quase certo que teremos o El Niño este ano, mas ainda é cedo para dizer qual será a intensidade do fenômeno e se ele trará consigo desastres climáticos como secas na Amazônia e nordeste, ou chuvas intensas no sul do país
Observatório do Pico dos Dias do Laboratório Nacional de Astrofísica, em Itajubá, Minas Gerais, é um exemplo de INCT cujas pesquisas podem ser comprometidas pelo atual descompasso entre as necessidades operacionais permanentes das instituições e os recursos discricionários previstos para sustentá-las ao longo do ano.
Imagem: Arquivo institucional
A questão não se limita ao orçamento global, mas à capacidade do governo de sustentar, de forma contínua, as estruturas que garantem ao país soberania tecnológica, continuidade de serviços estratégicos e resposta a desafios complexos
Orla do Guaíba na madrugada de domingo, dia 23 de junho: Chuvas fortes, vento, granizo e inundações voltam a castigar Porto Alegre, e reacendem preocupações sobre o muito que ainda falta fazer para evitar novas tragédias como a de maio.
Reprodução de TV / RBS TV
Exposição da população e da infraestrutura, vulnerabilidades dos sistemas impactados e capacidades institucionais de resposta precisam estar no centro do debate sobre mitigação dos impactos dos fenômenos extremos
Centro de monitoramento do Cemaden, em São José dos Campos: sistema de alerta para desastres naturais é composto por quatro eixos: conhecimento do risco, monitoramento, comunicação e capacidade de resposta.
Luara Baggi / MCTI
Conhecimento do risco, monitoramento, comunicação com a população, capacidade de resposta, pressão popular e educação ambiental: só assim podemos evitar os grandes desastres climáticos
La responsabilidad del desastre socioambiental de Rio Grande do Sul no es sólo del agua y del clima. También es de un modelo de desarrollo económico que ha relegado a un segundo plano la planificación medioambiental.
AP Photo/Andre Penner
La responsabilidad del desastre socioambiental de Rio Grande do Sul no es sólo del agua y del clima. También es consecuencia del modelo de desarrollo económico, que ha relegado a un segundo plano la planificación medioambiental.
A responsabilidade pelo desastre socioambiental no RS não é só da água e do clima. É também do modelo econômico de desenvolvimento que colocou o planejamento ambiental em segundo plano. E a ciência mostra como isso aconteceu.
AP Photo/Andre Penner
A responsabilidade pelo desastre socioambiental no RS não é só da água e do clima. É também do modelo econômico de desenvolvimento, que colocou o planejamento ambiental em segundo plano. E a ciência mostra como isso aconteceu